26 de setembro de 2022

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  • Receita de suco para gripe nutricional: fácil da fazer

    Receita de suco para gripe nutricional: fácil da fazer

    Não há um suco que comprovadamente seja capaz de curar a gripe. Mas, ter uma alimentação saudável, rica em frutas e vegetais, faz parte do grupo de estratégias para ajudar a manter o organismo como um todo, o que inclui o sistema imunológico, funcionando bem.

    Assim, ao lado de boas medidas de higiene para evitar a contaminação pelo vírus, há quem recomende sucos com ingredientes saudáveis e nutritivos para tentar auxiliar na prevenção da gripe.

    Uma dessas receitas é o suco para gripe que leva itens como kiwi, gengibre, mel e suco de laranja natural espremido na hora. Enquanto a laranja e o kiwi são fontes de vitamina C, já considerou-se o mel e o gengibre bons ingredientes para a imunidade.

    Mas preste atenção: para aproveitar ao máximo os benefícios da bebida, você não deve coar e precisa tomar logo após terminar de preparar.

    Agora que já sabemos tudo isso, vamos aprender como preparar esse suco para gripe. As instruções do modo de preparo estão logo abaixo:

    Suco para gripe

    Suco para gripe

    Um suco saudável para o seu dia a dia. Fácil de fazer!
    Tempo de Preparo 10 mins
    Tempo de Espera 5 mins
    Tempo Total 15 mins
    Refeição Sucos
    Rendimento
    Calorias 141 kcal

    Equipamento

    • Espremedor de frutas
    • Liquidificador

    Ingredientes

    • 240 ml laranja (suco da fruta espremido na hora)
    • 1 xícara kiwi descascado e picado
    • 1 colher de chá gengibre
    • 1 colher de sopa mel

    Instruções

    • Espremer as laranjas até formar um copo de suco natural da fruta.
    • Colocar o suco da laranja no liquidificador. Juntar o kiwi, o gengibre e o mel. Bater bem, servir em um copo e tomar imediatamente, sem coar.
    • Caso sobre, guardar o suco em um recipiente hermético de vidro escuro, tampar muito bem e deixar na geladeira.

    Notas

    • Leia atentamente todas as informações presentes nas embalagens dos ingredientes usados na receita (inclusive e especialmente as letrinhas pequenas) para garantir que eles realmente não têm glúten e/ou lactose. Mesmo que os produtos sejam originalmente livres de glúten e/ou lactose, uma contaminação pode ocorrer durante a fabricação, manipulação ou processamento. Quando isso acontece um aviso é colocado no rótulo.
    • É importante não coar o suco para não desperdiçar as fibras dos ingredientes.
    • É crucial tomar o suco logo após o preparo, pois com o passar do tempo ele perde as suas propriedades nutricionais benéficas.

    Informação Nutricional

    Informação Nutricional
    Suco para gripe
    Quantidade por Porção
    Calorias 141 Calorias da Gordura 9
    % Valores Diários*
    Gordura Total 1g2%
    Gordura Saturada 1g5%
    Gordura Poliinsaturada 1g
    Gordura Monoinsaturada 1g
    Sódio 4mg0%
    Potássio 526mg11%
    Carboidratos 34g11%
    Fibras 3g12%
    Açúcar 27g
    Proteína 2g4%
    * % Valores Diários com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas. ** A porção é calculada baseada no rendimento da receita. Se ela rende 8 partes, a porção é uma delas.
  • Pratos mexicanos fáceis para fazer em casa

    Pratos mexicanos fáceis para fazer em casa

    Se tem uma coisa que chama a atenção no México, além das tradicionais caveiras mexicanas, é a sua rica culinária. Repletos de condimentos, texturas diferentes e uma mistura interessante de sabores, os pratos mexicanos enchem os olhos pela diversidade de cores.

    O cheiro da comida, vale sempre lembrar, preenche o ambiente de uma forma muito particular, e se engana quem pensa que a culinária mexicana é composta apenas de pimenta e guacamole.

    Leia mais: Gastronomia do México

    O México é o 14º maior país do mundo em área, e tem uma população que ultrapassa a marca das 126 milhões de pessoas. E claro, essa diversidade de pessoas e de regiões é refletida na culinária. Duvida? Então acompanhe esses dois pratos mexicanos de dar água na boca, fáceis para fazer em casa

    Pratos mexicanos

    1 – Chicharrón com Michelada

    O Chicharrón é um aperitivo feito à base de pernil de porco, muito famoso nas ruas mexicanas. E ele combina muito bem com a Michelada, que é a bebida favorita dos mexicanos durante o verão, e fica fácil de entender o porquê.

    Ingredientes do Chicharrón

    • 220g de pernil suíno em cubos;
    • 10g de alho (aproximadamente, 2 dentes grandes);
    • 30g de cebola;
    • 5g de cominho;
    • 5g de orégano;
    • 5g de pimenta calabresa;
    • 5g de páprica;
    • 5ml de vinagre;
    • 10g de sal grosso;
    • 50g de milho verde;
    • 30ml de molho de tomate picante;
    • 2 unidades de anis estrelado.

    Ingredientes da Michelada

    • 1 lata de cerveja clara;
    • 1 limão;
    • Sal e pimenta a gosto;
    • 1 colher de chá de molho de pimenta;
    • Gelo a gosto.

    Modo de preparo do Chicharrón

    • Bata no liquidificador os dentes de alho, a cebola, cominho, orégano, pimenta calabresa, páprica, vinagre e sal grosso. Depois, deixe os cubos de pernil marinando nessa mistura, em um pote fechado, por pelo menos 12 horas, dentro da geladeira;
    • No dia seguinte, passe a mistura para uma panela grande, cubra o pernil e a marinada com água, e cozinhe em fogo baixo por três horas, ou até que a carne fique macia. Reserve;
    • Em outra panela, cozinhe o milho com anis estrelado, até obter uma consistência macia;
    • Na hora de servir, frite os pedaços de pernil e sirva acompanhado com o milho.

    Modo de preparo da Michelada

    • Corte um dos limões para umedecer a borda de um copo alto e passe-a na mistura de sal e pimenta, para fazer um belo aro. Em seguida, coloque bastante gelo no copo e encha ¾ do volume com cerveja;
    • No fim, complete com suco de um limão e com o molho de pimenta, dê uma leve mexida para tudo se misturar, e é só servir com os Chicharrones.

    2 – Palanqueta

    Sabe o que a psicologia diz sobre experimentar comidas novas e diferentes? A experiência deve ser feita com frequência: ao experimentar uma comida nova, alteramos nosso humor, descobrimos coisas de outras culturas e, além disso, temos a oportunidade de cozinhar para nossos amigos e familiares, uma verdadeira dose de alegria. E, tratando-se de alegria, vale conhecer a Palanqueta: um doce típico mexicano.

    Ingredientes

    • 2 xícaras de glicose de milho;
    • 2 colheres de sopa de manteiga;
    • 2 xícaras de açúcar;
    • 1 xícara de água;
    • 200g de amendoim sem sal e sem casca (pode ser substituído por amêndoas);
    • 1 colher de chá de sal;
    • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio.

    Modo de preparo

    • Leve ao fogo a manteiga, a glicose, o açúcar e a água, até que tudo vire um caramelo; atente-se a não deixá-lo muito escuro, pois pode queimar e ficar amargo. Em seguida, adicione o amendoim ou as amêndoas, o sal e o bicarbonato;
    • Abra o caramelo em uma assadeira untada, espere secar, quebre-o em pedaços irregulares e distribua para a criançada;
    • O sabor é bem parecido com um pé de moleque, tradicional aqui no Brasil.

    Fonte: https://www.saboravida.com.br

  • Fim do dólar? FMI projeta uma moeda global mundial

    Fim do dólar? FMI projeta uma moeda global mundial

    O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou um artigo que propõe uma moeda digital universal, e diz que seria benéfico para o governo e consumidores ao redor do planeta.

    A possível moeda universal poderia oferecer pagamentos mais eficientes, tendo apoio de vários bancos centrais, de acordo com a FMI, que citou em seu artigo a criptomoeda do Facebook (Diem) como um teste privado de uma moeda global carregada por ativos fiduciários.

    O relatório afirma que pode ocorrer uma mudança rápida em relação as moedas, sendo acelerados pelas moedas digitais e pelos novos sistemas de pagamentos, mesmo o dólar americano ainda se mantendo em uma posição dominante no mercado, o que poderia mudar com a nova moeda global.

    A China e outros países já estão desenvolvendo moedas digitais

    Em 2015, a China já iniciou um projeto sobre moedas digitais e marca o país mais avançado nesse quesito, porém outros países já estão desenvolvendo suas moedas digitais, como os EUA e até o Brasil.

    Para a FMI até o ano de 2045 três coisas podem acontecer, a primeira é uma moeda digital global controlada por Bancos Centrais, a segunda mostra várias moedas digitais privadas existindo ao mesmo tempo e por último uma nova forma de dinheiro baseada em dados pessoais que se tonarão universais.

    No primeiro modelo todos os países emitem uma única moeda digital mundial investindo fortemente em defesa cibernética e infraestrutura de dados, que será apoiada por grandes plataformas de tecnologia pela segurança e baixos custos de transição, sendo controlada por bancos centrais do mundo.

    No segundo cenário os governos terão que emitir a moeda digital, mas por falta de capacidade correrão a grandes empresas de tecnologias para fazer o serviço e terão que supervisionar as moedas emitidas por eles, o que ocasionará que os bancos centrais percam o seu valor.

    A corrida para a moeda única

    No último caso proposto pelo FMI, descreve uma moeda que as pessoas trocam dados pessoais por produtos e serviços, seria como um complemento de renda onde as pessoas trocam suas informações pessoais por vantagens, como hábitos de compra, tarefas do governo, atividades cotidianas e etc.

    Segundo o Livecoins, o artigo lembra a passagem bíblica que fala que haveria uma moeda global que seria criada perto dos finais dos tempos.

    Fonte: GospelPrime

  • A ave mais letal do mundo: Casuar

    A ave mais letal do mundo: Casuar

    Todos sabemos a avestruz é a maior ave do mundo, seguida pela ema, mas o que muitas pessoas não sabem é a terceira ave do mundo, o casuar. O nome desse animal em extinção é derivado de duas palavras papuas – kasu , que significa chifres, e weri , que significa cabeça (mais especificamente seu casque proeminente) – e foi nomeada a ave mais perigosa o mundo.

    Eles são descendentes de dinossauros

     

    Alguns reivindicam o casuar para parecerem um “peru pré-histórico gigante”, mas na verdade são descendentes de dinossauros. Parecendo um pouco como uma combinação de peru e avestruz, seu corpo apresenta diferentes cores e texturas (de penas a pele) como a de um dinossauro, do grande corpo de penas pretas até a pele azulada na cabeça e a pele avermelhada. seu pescoço para pernas de cor azul-cinza. Sua descida dos dinossauros suporta a classificação do casuar como a “ave mais perigosa da Terra”.

    São aves que não voam

    Devido à falta de uma estrutura peitoral que permita o apoio dos músculos necessários para voar, o casuar, como o ema e o avestruz, é outro pássaro que não voa. Embora eles não possam voar, eles certamente podem lutar, saltando a até dois metros do chão, e podem correr a uma velocidade de até 50 quilômetros por hora.

    Eles usam seu casco e sua garra em auto – defesa

    Como eles não podem fugir de uma briga, os casados ​​se adaptaram para usar seu casco e sua garra para se protegerem e se manterem firmes. O casque é uma crista parecida com um capacete localizada no topo de sua cabeça que cresce para cerca de 15 centímetros de comprimento e 17 centímetros de altura, o que previne qualquer lesão craniana ao casuar durante as lutas. Em uma luta eles ficarão o mais alto possível, agitarão suas penas e assobios, e abaixarão a cabeça para mostrar seu casco antes de atacar.

    Eles não apenas fazem uso do casco, mas sua garra média age como um punhal. , com 12 centímetros de comprimento, e pode causar sérios danos – é bem capaz de matar um cachorro.

    Eles não atacarão sem motivo

    Apesar de sua reputação, o casuar não atacará sem razão. Eles são criaturas tímidas e preferem evitar o confronto sempre que possível; no entanto, eles são muito territoriais e defensivos de seus jovens. Na maioria das vezes, a principal razão para o ataque é a defesa pessoal pelas razões acima mencionadas, bem como devido à expectativa de comida das pessoas que se aproximam deles.

    Eles atacam até 200 pessoas todos os anos

    Chute de karatê rápido Quem quer que os aproxime com suas pernas poderosas, mais de 200 ataques de casacas são relatados todos os anos. Destes 200, 70% dos ataques ocorrem devido a pessoas que tentam se aproximar do casuar, querendo alimentá-los, fazendo com que o casuario se sinta ameaçado. Embora haja centenas de ataques todos os anos, a última morte registrada causada por um casuar foi em 1926.

    São as aves mais pesadas da Austrália

    Com uma altura entre 1,5 e 2 metros e pesando entre 110 e 160 quilos, a casuar foi considerada a ave mais pesada da Austrália. Embora as fêmeas adultas sejam maiores e mais agressivas que os machos, ambas são aves imprevisíveis.

    Elas são responsáveis ​​por manter nossas florestas saudáveis

    Localizadas no extremo norte da Austrália, geralmente nas florestas tropicais do norte de Queensland, o casuar é responsável pela distribuição e germinação de plantas em toda a área. Sendo frugívoros (comedores de frutas), várias sementes e bagas não digeridas são liberadas através de sua defecação, permitindo que as sementes se transformem em novas plantas. Como resultado, os cassowaries são os jardineiros naturais das florestas tropicais!

    Ficha técnica

    Casuar e seu filhote. Ela faz seu ninho no chão, sobre uma camada de vegetação. Foto: Reprodução

    Nome científico: Casuarius casuarius
    Classe: Aves
    Ordem: Struthioniformes
    Família: Casuariidae

    Características: A fêmea da espécie costuma ser maior que o macho, chega a medir cerca de 1,70 m a 2 m de comprimento e pesar 59 kg. Possuem cabeça e pescoço sem penas, na cor azul e vermelho negrito, o restante do seu corpo é coberto pelo preto ou por um marrom escuro.

    Distribuição Geográfica: Nativa da Oceania.

    Habitat: Habitam principalmente florestas tropicais, onde há um grande número de árvores disponíveis para produzirem os frutos de que se alimentam.

    Alimentação: Frugívoro. Mas também podem se alimentar de insetos, pequenos vertebrados e fungos.

    Reprodução: A fêmea da espécie é poliândrica, pois ela propiciará com 2 ou 3 machos. Faz seu ninho no chão sobre uma camada de vegetação, e geralmente deposita quatro ovos – podendo colocar mais de 10 -, que serão incubados por até 61 dias.

    Expectativa de vida em cativeiro: Entre 20 a 40 anos.

    Status de Conservação: Pouco preocupante.

    Curiosidades:

    Considerada como a ave mais perigosa do mundo devido os seus mecanismos de defesa que tem nas asas e patas.

    Além dos ataques a humanos, cachorros também costumam ser perseguidos pela ave.

    O casuar odeia cães porque é muito caçado por dingos – espécie de cão selvagem da Austrália. O ataque pode ser feito com chutes da ave para frente e para trás.

    Fontes: https://pt.yourtripagent.comhttps://www.tricurioso.comhttps://meusbichos.com.br

  • Povos não alcançados: o Desafio final

    Povos não alcançados: o Desafio final

    1. O QUE VEM A SER UM POVO NÃO ALCANÇADO?

    Antes de nada é precisamos esclarecer que um povo é diferente de um país.

    Por exemplo o Japão é um país com 27 povos, a China com 160 povos, A Filipinas com 180 povos, a

    Índia com 432 povos, e a Indonésia com 102 povos.

    POVO: agrupamento de indivíduos que tem entre si uma afinidade porque possui a mesma língua, religião, etnia, morada, classe social ou uma mesma combinação de itens.

    POVO NÃO ALCANÇADO: muitos acham que um povo não alcançado seria aquele povo que nunca ouviu falar de Jesus. Mas a definição correta seria: um povo que não possui uma igreja evangélica forte o suficiente para alcançar o restante do próprio povo.

    2. QUEM SÃO OS POVOS NÃO ALCANÇADOS?

    OS POVOS HINDUS: formam 13,5% do mundo, ou seja, 1 bilhão e oitenta milhões de pessoas. São resistentes ao Evangelho, eis o desafio dos números:

     

    • 5 milhões e ratos deuses
    • 250 milhões de vacas sagradas
    • 2 milhões e meio de moradores de rua
    • 100 milhões de casas-barracos
    • 98 milhões de aidéticos
    • 33 milhões de deuses falsos
    • 10 milhões de pessoas leprosas
    • 8 milhões de prostitutas
    • 4 milhões de pessoas cegas
    • 600 mil favelas
    • 1652 idiomas e dialetos

     

    OS POVOS BUDISTAS: formam 11,6% do mundo, ou seja, 696 milhões de pessoas. Eles seguem uma religião sem Deus, buscam a ausência da dor crendo que a dor é o fruto do desejo inalcançado, por isso se esforçam para eliminar a mesma, também acreditam na reencarnação.

     

    OS POVOS MUÇULMANOS: formam hoje 20% do mundo, ou seja, 1,17 bilhões de pessoas. São os mais resistentes ao Evangelho.

    Para se tornar um muçulmano basta afirmar “não há deus se não Alá, Maomé é o seu profeta” e cumprir as quatro obrigações: orações cinco vezes por dia, esmolas, um mês de jejum por ano, uma peregrinação a Meca durante a vida.

    Se um muçulmano ouve o Evangelho e se torna cristão ele é perseguido e muitas vezes condenado a anos de prisão, e alguns chegam até serem mortos.

    OS POVOS ANIMISTAS, ESPÍRITAS E GRUPOS MENORES: formam 4,2%, ou seja, 252 milhões de pessoas.

     

    Os animistas adoram os espíritos dos mortos e lhes sacrificam alimentos e até dinheiro. Os espíritas nem sempre adoram os espíritos, mas faz uso deles para comunicar-se com os “mortos” e para efetuar curas.

    Na China o animismo está ligado essencialmente à propiciação e a adoração aos espíritos dos antepassados.

    Na África e em outras regiões creem que as árvores e pedras e outros objetos possuem almas e estejam intimamente ligados ao mundos espíritos bons e mais.

    No Brasil embora “animista” não seja um termo muito comum, a prática de animismo se encontra na macumba e nos adeptos de iemanjá.

    OS POVOS NÃO RELIGIOSOS E ATEÍSTAS: são aqueles que não tem nenhuma religião e não acreditam na existência de Deus. Formam 18,3%, ou seja, 1.09 bilhões de pessoas.

     

    3. ONDE ESTÃO OS POVOS NÃO ALCANÇADOS?

     

    Eles se localizam em quase todos os países do mundo.

    Não se conhece um país que tenha pelo menos um povo não alcançado.

    No Brasil existe mais de 100 tribos indígenas sem a Bíblia e sem a presença missionária. Eles nunca ouviram o Evangelho e nunca ouvirão a menos que alguém chegue até eles.

    O maior número se encontra na janela 10×40. E não há uma região tão resistente como esta.

    Pegue um mapa e trace uma linha de 40º acima do Equador começando no Atlântico e estendendo até a Ásia. Faça outra linha igual ao paralelo 20º acima do Equador.

    Essa região é chamada janela 10×40: Antes o desafio era uma “cortina” (de ferro) agora é uma “janela”:

    1. Onde mora a maioria dos povos budistas e muçulmanos
    2. Onde se localizam os países mais pobres do mundo
    3. Onde se localizam os países com menos evangélicos

    4. QUANTOS SÃO OS POVOS NÃO ALCANÇADOS?

     

    Hoje 1/4 das pessoas do mundo nunca ouviu de Jesus, a maioria das línguas não possuem nenhum trecho da Bíblia traduzido.

    De cada 4 pessoas do mundo, uma nunca teve a chance de ouvir sobre Jesus.

    O mundo possui 6.508 línguas, dentre as quais, apenas 4% (276) tem a Bíblia inteira traduzida. Isto significa que atualmente 4.041 línguas não tem nada das Escrituras, ou seja, 62%.

    Existem aproximadamente 6.000 povos não alcançados.

    A sociedade nacional da linguística publicou em 1992 uma lista de todas as línguas do mundo, destacando aquelas que ainda não tem a Bíblia.

    5. O QUE A IGREJA PODE FAZER PARA ALCANÇAR ESSES POVOS?

     

    1. ADOTE: um povo não alcançado.
    2. BUSQUE: todas as informações necessárias sobre este povo.
    3. FAÇA: um programa de intercessão por esse povo.
    4. ENVIE: ou adote obreiros que evangelize aquele povo.
    5. BUSQUE: de Deus estratégia para alcançar aquele povo.
    6. INFORME-SE: quais são as Agências especializadas no assunto, apoie e envie alunos.

    MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A JANELA 10X40: JOSHUA PROJECT

    http://www.unreachedoftheday.org/

    Pastor Antonio Romero Filho

  • Constantino: considerado o 13º “apóstolo” pela igreja ortodoxa

    Constantino: considerado o 13º “apóstolo” pela igreja ortodoxa

    Introdução

    O Império Romano conheceu com Constantino uma das transformações mais profundas da sua história: o cristianismo foi legalizado e o centro de gravidade passou de Roma para uma cidade do Oriente, Constantinopla.

    Primeiramente, a fundação de Constantinopla aconteceu no ano 330, pelo imperador Constantino. No mesmo local, já existia a cidade de Bizâncio, construída anos antes pelos gregos.

    Primeiramente, durante a Antiguidade, Constantinopla foi importante para vários impérios. Provavelmente, por conta de sua posição estratégia, no encontro entre a Europa e a Ási

    A princípio, o objetivo da cidade era garantir a dominância do Império Romano. Além disso, Constantino fez o compromisso de investir no desenvolvimento cultural, artístico e social da cidade. Para isso, mandou buscar obras de arte de várias regiões do mundo até Constantinopla. Da mesma forma, documentos da Grécia Antiga foram colocados em bibliotecas para ampliar o acervo da cidade.

    Os vinte anos de reinado de Diocleciano significaram para Roma um período de estabilidade e paz praticamente desconhecida no conturbado século III. Parecia, inclusive, que o imperador, com a instauração da “tetrarquia” ou governo dos quatro (dois augustos e dois césares), encontrara um sistema que evitaria o regresso à anarquia militar da qual ele próprio se aproveitara para alcançar o trono.

    Mas não foi assim: a renúncia do imperador ao trono, em 305, mergulhou Roma numa nova guerra civil. E tudo porque o novo augusto do Oriente já não era Diocleciano, mas sim Galério, e porque Constantino e Maxêncio, os respectivos filhos do também augusto Constâncio Cloro e do augusto que abdicara, Maximiano, viram frustradas as suas expectativas de se tornarem césares.

    Nascimento e infância

    Constantino nasceu em Naissus (actual Niš, na Sérvia) numa data que se situará entre os anos 272 e 277. A sua infância decorreu entre quartéis e acampamentos militares, seguindo sempre o pai para onde quer que fosse que os imperadores que se sucediam no trono o enviassem para combater.

    Nessas viagens, acompanhava-o também a mãe, Helena, uma mulher de baixa condição, que mais provavelmente seria a concubina de Constâncio Cloro e não a sua legítima esposa.

    A visão da cruz no céu

    Constantino e Maxêncio. Ambos se enfrentaram no dia 28 de Outubro de 312, na Ponte Mílvio, na realidade um pontão de navios sobre o rio Tibre, a norte de Roma, que Maxêncio construíra para atacar na margem oposta as tropas de Constantino com a que era a sua melhor arma, a cavalaria pesada.

    Segundo a tradição, pouco antes de entrar em combate, o filho de Constâncio teve a visão daquela cruz no céu, ao mesmo tempo que ouviu uma voz que dizia: “In hoc signo vinces” (“com este sinal vencerás”). E assim foi.

    A batalha terminou com a vitória de Constantino, cujas forças, pela primeira vez na história de Roma, combateram sob o sinal cristão da cruz.

    Constantino, deu liberdade de culto e legalizou a situação dos cristãos, mudando decisivamente a história de Roma. Um ano após a batalha da Ponte Mílvio (312), na qual, segundo a tradição cristã, a intervenção de Deus concedeu a vitória a Constantino, este e o seu companheiro no Oriente, Licínio, promulgaram o Edito de Milão.

    Fim das perseguições ao Cristãos

    A religião cristã deixava, assim, de ser perseguida, o que se traduziu numa rápida expansão que afetou todas as camadas da sociedade romana. O império começou a tornar-se cristão, embora não sem conflitos, tanto entre os adeptos dessa religião e os que se apegavam aos cultos pagãos, como entre as diferentes correntes cristãs, que se confrontavam em questões doutrinárias.

    Constantino contribuiu para essa expansão, concedendo privilégios à Igreja, construindo templos e convocando o Concílio de Niceia, a primeira tentativa de estabelecer uma doutrina unificada. Tudo isto levou os historiadores desta confissão, como Eusébio de Cesareia e Lactâncio, a considerarem-no o primeiro imperador cristão, apesar de Constantino apenas ter sido batizado no final da vida.

    O Cristianismo perde sua pureza doutrinária

    Os cristãos, no entanto, não eram uma unidade na época de Constantino, pelo contrário, encontravam-se divididos numa infinidade de correntes que diferiam umas das outras em questões de doutrina. Uma das mais importantes era a dos arianos, que, com base nos ensinamentos do bispo alexandrino Ário, negavam a divindade de Cristo e, portanto, a ideia da Trindade, ou seja, a concepção de Deus como Pai, Filho e Espírito Santo.

    Constantino, que seguramente nunca terá compreendido estas discussões, tentou levar os representantes dos diferentes grupos a chegarem a um consenso mínimo. Para isso, convocou e presidiu o Concílio de Nicéia, que, em 23 de Maio de 325, reuniu, naquela cidade da Ásia Menor, mais de duzentos bispos, sobretudo da parte oriental do império.

    Decadência do cristianismo

    Fruto das suas deliberações foi a condenação do arianismo como heresia e a aprovação de um credo que consensualizava uma primeira definição dos dogmas cristãos, incluindo o trinitário.

    Paradoxalmente, tudo isto não significa que Constantino fosse cristão. Durante a sua infância cresceu na crença, difundida entre os militares ilírios, de um único deus, o Sol. Por outro lado, oficialmente, e visto que não recebera o batismo, não poderia considerar-se um cristão.

    Apenas veio a ser batizado no seu leito de morte: em Nicomédia, sentindo-se indisposto, pediu ao bispo Eusébio que o batizasse. Pouco depois, em 22 de Maio de 337, morreu. Foi sepultado na Igreja dos Santos Apóstolos que mandara construir em Constantinopla.

    A Igreja ortodoxa considera-o o “décimo terceiro apóstolo” e canonizou-o.

    Conclusão

    Sem dúvidas com a abertura dada ao cristianismo naquela época, pois a ordem do imperador é que todos deveriam ser cristãos, a igreja primitiva começa a decair em sua pureza doutrinaria e dezenas de crendices começam a minar o interior da igreja, trazendo caos e desvio das verdades bíblicas, aparecendo assim no cenário mundial a igreja católica.

    Em 1.500 Deus utiliza Lutero para reforma da igreja, trazendo-a de volta ao Evangelho de Cristo, ou seja, as Escrituras Sagradas, dando início a grandes avivamentos em vários países, chegando até o Brasil, que atualmente desfruta de um razoável crescimento evangélico.

    Pastor Antonio Romero Filho

  • As 7 maravilhas do mundo: antigo e moderno

    As 7 maravilhas do mundo: antigo e moderno

    As 7 Maravilhas do Mundo Antigo representam os sete monumentos considerados mais importantes e belos segundo sua história e arquitetura. Eles foram escolhidos pelos gregos na antiguidade.

    Pirâmides do Egito

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    As Pirâmides do Egito, localizadas na Necrópole de Gizé, são túmulos de pedra construídos durante o período antigo, próximo a cidade do Cairo, no Egito. Foram erigidos para abrigar os corpos dos reis do Egito Antigo, os faraós.

    Ainda que sejam 123 pirâmides construídas, três delas merecem destaque: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Além das pirâmides, a Esfinge de Gizé também faz parte da necrópole. É uma representação gigante de um ser com corpo de leão e uma cabeça humana com turbante real. Está voltada para o sentido do sol nascente.

    Dentre as sete maravilhas do mundo antigo, somente as pirâmides sobreviveram com o passar do tempo.

    Jardins Suspensos da Babilônia

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    Reunião de alguns montes artificiais construídos na cidade da Babilônia (atual Iraque), à margem do rio Eufrates, em pedido do Rei Nabucodonosor II que governou entre 605 e 562 a.C., e que supostamente o construiu para uma mulher amada. Reza a lenda que sua mulher nascida em terras montanhosas, sentia muitas saudades de casa e do relevo montanhoso.

    Até hoje não foi comprovada sua existência. Alguns historiadores acreditam que se trata de um local mítico, o qual fora mencionado em alguns textos antigos. Os jardins suspensos da Babilônia são descritos como um palácio, com grandes terraços e com um belo jardim oriental, formado por fontes e diversas plantas.

    Estátua de Zeus em Olímpia

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    Durante o período da Grécia antiga foi erigida uma estátua na cidade de Olímpia para o senhor dos deuses e dos homens que habitava o Monte Olimpo: Zeus.

    Construída pelo escultor grego Fídias por volta de 430 a.C., a estátua no templo de Zeus, possuía cerca de 15 metros de altura sendo formada por materiais nobres como o ouro, marfim e mármore.

    A estátua de Zeus foi considerada o monumento mais belo, perfeito e importante para os gregos na antiguidade. Foi destruída após um terremoto que ocorreu supostamente no século XIII.

    Colosso de Rodes

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    Imensa Estátua do Deus grego do Sol, Hélio, construída entre 292 a.C. e 280 a.C. pelo escultor grego Carés de Lindos, na Ásia Menor mais precisamente na ilha de Rodes (Grécia), no mar Egeu. A estátua foi feita de bronze, possuía cerca de 30 metros de altura e pesava 70 toneladas.

    Estava posicionada na entrada do porto, e, portanto, quem entrava na cidade via sua imponente figura. A estátua tinha uma perna posicionada em cada margem e em sua mão direita segurava uma tocha para guiar os barcos durante a noite. Foi destruída por um terremoto que atingiu o local, tendo sobrevivido cerca de meio século.

    Templo de Diana

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    Também conhecido como o “Templo de Ártemis” em Éfeso (atual Turquia), é considerado o maior templo da antiguidade. Esse templo majestoso foi erigido no ano de 550 a.C. em nome da deusa romana da lua, da caça e da castidade Diana (Deusa grega Ártemis).

    No entanto, ele foi destruído em 356 a.C. por Heróstrato que tinha o objetivo de ser lembrado como o incendiário do templo. Com 91 metros de comprimento por 45 metros de largura aproximadamente, ele foi construído em mármore.

    Mausoléu de Halicarnasso

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    Grande túmulo construído no ano de 353 a.C. para o Rei Persa chamado Mausolo. Foi desenhada pelos arquitetos Sátiro e Pítis e os escultores Briáxis, Escopas de Paros, Leocarés e Timóteo.

    O mausoléu, com cerca de 45 metros de altura, foi construído em mármore, bronze e ouro na cidade de Halicarnasso (atual Turquia). Atualmente, ele se encontra em ruínas visto que fora afetado por diversos terremotos.

    Farol de Alexandria

    As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

    Construído pelo arquiteto grego Sóstrato de Cnido, por volta de 250 a.C. o Farol de Alexandria está localizado na Ilha de Faro em Alexandria, no Egito. Feito de mármore, possuía cerca de 150 metros de altura e servia de auxílio para as embarcações.

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno (ou Novas Sete Maravilhas do Mundo) representam os monumentos mais importantes da modernidade segundo sua história e arquitetura.

    Escolhidos por meio de pesquisa aberta e divulgados no dia 07 de julho de 2007, eles foram apresentados numa cerimônia no Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal. Uma das sete maravilhas do mundo moderno está no Brasil: O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

    Coliseu de Roma (Itália)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    Localizado na capital italiana, Roma, o Coliseu (ou Anfiteatro Flaviano) é o maior anfiteatro do mundo com 45 metros de altura e que abrigava cerca de 50 mil pessoas.

    Esse monumento arquitetônico cilíndrico foi construído na Antiguidade (cerca de 70 d.C.) sendo um dos símbolos mais emblemáticos do Império Romano.

    O local era utilizado para grandes espetáculos com animais selvagens e nas lutas entre gladiadores. Atualmente, é um dos locais mais visitados da Itália, sendo possível encontrar parte de sua estrutura.

    Chichén Itzá (México)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    Localizada na península de Yucatán, a cidade arqueológica (ou Cidade Templo) foi a capital da civilização maia, fundada aproximadamente em 450 a.C.. Importante centro político e econômico dos maias, ela foi declarada Patrimônio Mundial da Unesco em 1988.

    A Chichén Itzá é formada pela pirâmide de Kukulkan (El Castillo), o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas e o Campo de Jogos dos Prisioneiros. Atualmente é um dos locais mais visitados no México.

    Machu Picchu (Peru)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    Construída no século XV, o Machu Picchu está localizado a 2400 metros de altitude, no cume de uma das montanhas da Cordilheira dos Andes, próximo a Cusco, no Peru.

    Considerada patrimônio mundial pela Unesco, o Machu Picchu representa o local onde floresceu parte da civilização Inca e por isso, é também chamado de “cidade perdida dos Incas”.

    Foi construída majoritariamente em pedra e está bem conservada até os dias atuais, uma vez que os espanhóis quando conquistaram parte da América do Sul, não encontraram o local, que foi redescoberto por um professor estadunidense (Hiram Bingham) em 1911. Atualmente é um dos locais mais visitados do Peru.

    Cristo Redentor (Brasil)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    Localizado no Morro do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, o monumento de Jesus Cristo é um dos ícones mais importantes do país, sendo um cartão postal da cidade maravilhosa.

    Construído de concreto e pedra-sabão, o Cristo Redentor está localizado a 709 metros acima do nível do mar. Foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931 (Dia de Nossa Senhora da Aparecida) e possui 38 metros de altura e 28 metros de largura.

    Localizado no Parque Nacional da Tijuca, o Cristo de braços abertos representa um grande símbolo do cristianismo, sendo um dos locais mais visitados do país.

    Muralha da China (China)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    Grande construção em pedra, granito e tijolo, a Muralha da China (ou Grande Muralha) foi construída entre os séculos III a.C. e XVII d.C., e possui cerca de 20 mil quilômetros e 7 metros de altura.

    Foi erguida a mando do Imperador Chinês Qin Shihuang e tinha como principal função a proteção militar. Foi construída durante diversas dinastias da China Imperial. Atualmente é uma das maiores atrações turísticas da China.

    As Ruínas de Petra (Jordânia)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    Situada na Jordânia, no Oriente Médio, as ruínas de petra representam um cidade histórica e arqueológica que foi construída cerca de 300 a.C., sendo esculpida nos penhascos de arenito núbio.

    As ruínas de Petra estão incluídas na categoria de Patrimônio Mundial da UNESCO, desde 1985. O local representa o que restou da ocupação de diversas civilizações (edomitas, nabateus, árabes, romanos, bizantinos) que floresceram durante a antiguidade. Foi parcialmente destruída por terremotos que ocorreram na região cerca de 550 d.C..

    Taj Mahal (Índia)

    As Sete Maravilhas do Mundo Moderno

    O Taj Mahal é uma das construções mais famosas da Índia, eleita patrimônio mundial pela Unesco. Localizado em Agra, o suntuoso mausoléu foi construído em mármore branco em meados do século XVII a mando do imperador Shan Jahan, em homenagem a morte de sua mulher Aryumand Banu Begam que morreu ao dar à luz ao 14° filho.

    É considerado uma das maiores provas de amor do mundo e atrai milhões de visitantes todos os anos. Estima-se que foi erguido com a força de 22 mil homens. Além do mármore, o Taj Mahal é composto por diversas pedras preciosas.

    Na sua opinião quais são os mais relevantes? As 7 maravilhas do mundo antigo ou do mundo moderno. Na minha, as do mundo antigo são mais estrondosas e gigantescas pois naquele tempo não havia tanta tecnologia para as grandes construções!

    Pastor Antonio Romero Filho

    https://www.todamateria.com.br

  • Animais em Extinção no Mundo

    Animais em Extinção no Mundo

    O número de animais em extinção no mundo cresce cada dia mais, decorrente de muitos problemas ambientais bem como da influência do homem na natureza.

    Pesquisas apontam que até 2050, podem ser extinguidas do planeta terra cerca de 1 milhão de espécies animais.

    Confira abaixo uma lista com 20 espécies ameaçadas de extinção no mundo, classificados como criticamente em perigo ou em perigo de extinção.

    1. Asno-selvagem-africano (Equus africanus)

    Asno selvagem africano

    O asno-selvagem-africano é uma espécie criticamente ameaçada de extinção, segundo a classificação da IUCN.

    Essa espécie é natural do continente africano e sofreu muitos anos com a destruição de seus habitats e a caça predatória. É considerado o ancestral do burro doméstico.

    2. Foca-monge-do-Havaí (Monachus schauinslandi)

    Foca-monge-do-Havaí

    A foca-monge-do-Havaí é uma espécie de foca que habita o arquipélago havaiano.

    Ela vem sofrendo muito com a poluição dos mares, caça predatória e o comércio ilegal, dentre outras razões que contribuem para o risco de extinção.

    Estima-se que atualmente existem aproximadamente 1000 animais vivos. Segundo a IUCN a foca-monge-do-Havaí está classificada em perigo de extinção.

    3. Lobo-vermelho (Canis rufus)

    Lobo-vermelho

    O lobo-vermelho é nativo da América do Norte e quase foi extinto na década de 80. As principais causas foram a destruição de seu habitat e a política e caça predatórias da época.

    Considerado um animal criticamente ameaçado de extinção, atualmente o lobo-vermelho encontra-se em cativeiro com aproximadamente 200 indivíduos da mesma espécie.

    4. Elefante-asiático (Elephas maximus)

    O elefante-asiático é uma espécie considerada em perigo de extinção, segundo a classificação da IUCN. Ele tem sofrido muito com a destruição de seu habitat bem como a caça ilegal destinada ao comércio de marfim.

    Menor que os elefantes africanos, esta espécie é explorada para fins turísticos e como meio de transporte. Importante ressaltar que esse elefante, na religião hindu, está associado à figura de Ganesha, Deus da sabedoria.

    5. Tigre-de-bengala (Panthera tigris tigris)

    Tigre-de-bengala

    O tigre-de-bengala é nativo do sul asiático, sendo uma espécie considerada criticamente ameaçada de extinção, conforme classificação e estudos da IUCN.

    O número de tigres-de-bengala diminuiu consideravelmente decorrente do comércio de peles, destruição de seu habitat e a caça ilegal.

    Segundo pesquisas, atualmente existem menos de 2000 no mundo. No Paquistão, essa espécie encontra-se extinta.

    6. Atum-azul (Thunnus thynnus)

    Atum-azul

    O atum-azul é uma espécie de peixe encontrada em maior parte no mar mediterrâneo. O consumo exacerbado desse peixe acarretou numa considerável diminuição da espécie.

    Considerado o maior e mais valorizado atum do mundo, é muito apreciado na culinária japonesa como ingrediente para os sushis e sashimis.

    Atualmente, de acordo com a IUCN, o atum-azul é classificado como criticamente ameaçado de extinção.

    7. Lince-ibérico (Lynx pardinus)

    Lince-ibérico

    O lince-ibérico é nativo da península ibérica e atualmente é considerado uma espécie em perigo crítico de extinção, segundo estudos da IUCN.

    O grande problema enfrentado por esse felino, existente somente em Portugal e Espanha, é a degradação de seu habitat. Segundo pesquisas, atualmente existem menos de 200 indivíduos vivos da espécie.

    8. Diabo-da-tasmânia (Sarcophilus harrisii)

    Diabo-da-tasmânia

    O diabo-da-Tasmânia é um marsupial nativo da ilha da Tasmânia, na Austrália. De acordo com as pesquisas e acompanhamento realizado pela IUCN, ele é considerado em perigo de extinção.

    Os fatores que causaram sua diminuição são a caça ilegal, atropelamento, destruição de seu habitat e doenças.

    9. Kakapo (Strigops habroptilus)

    Kakapo

    O kakapo é uma ave natural da Nova Zelândia e está classificada como criticamente ameaçada de extinção, segundo acompanhamento da IUCN.

    Conhecido também como papagaio-mocho, o kakapo possui hábitos noturnos. A principal causa da diminuição da espécie foi consequência da caça ilegal para comércio de sua carne e penas.

    10. Gorila-das-montanhas (Gorilla beringei)

    O gorila-das-montanhas é considerado o maior primata vivo no mundo. Classificado como criticamente ameaçado de extinção, esta espécie vem sendo acompanhada por pesquisadores para evitar sua extinção.

    Devido a caça ilegal e perda de habitat o número de indivíduos dessa espécie diminuiu drasticamente. Estima-se que a população do gorila-das-montanhas seja de aproximadamente mil indivíduos, considerando inclusive aqueles que vivem em cativeiro.

    11. Zebra-de-grévy (Equus grevyi)

    Zebra de grévy

    A zebra-de-grévy é uma espécie que está classificada como em perigo de extinção. De acordo com dados da IUCN, estima-se que a população deste animal seja inferior a 2400 indivíduos.

    A principal ameaça para sua extinção está relacionada à perda do habitat e diminuição dos recursos essenciais para a vida, como água e alimentos.

    12. Orangotango-da-Sumatra (Pongo abelii)

    Orangotango da Sumatra

    O orangotango-da-Sumatra é uma espécie selvagem nativa de Bornéu e Sumatra. Classificado como criticamente ameaçado de extinção pela IUCN, este animal vem sofrendo com a degradação de seu habitat.

    Outros motivos que contribuem para a diminuição desta espécie é o comércio e tráfico ilegal de animais, além da caça predatória, realizada principalmente por povos indígenas locais.

    13. Camelo bactriano (Camelus bactrianus)

    Camelo bactriano

    O camelo bactriano é uma espécie nativa da Ásia Central. Atualmente, a maioria das espécies vivas são domesticados pelas populações locais.

    Classificado como criticamente ameaçado de extinção pela IUCN, estima-se que atualmente existam menos de mil indivíduos vivos na natureza.

    14. Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)

    Pato mergulhão

    O pato-mergulhão é uma ave que vive nas margens dos rios, especialmente nas Américas. A espécie é considerada como criticamente ameaçada de extinção pela IUCN.

    A principal ameaça para o pato-mergulhão é a poluição das águas, pois ele é pouco tolerante aos impactos ambientais.

    15. Jacaré da China (Alligator sinensis)

    Jacaré da China

    O jacaré-da-China é uma espécie de jacaré que encontra-se classificada como criticamente ameaçada de extinção, segundo a IUCN.

    Estima-se que atualmente existam apenas 200 indivíduos na natureza e 10.000 em cativeiro.

    16. Rinoceronte de Java (Rhinoceros sondaicus)

    O rinoceronte-de-Java é uma espécie classificada como criticamente ameaçada de extinção pela IUCN. Em alguns países já é considerado extinto.

    Uma das principais causas da extinção deste animal é a caça ilegal.

    17. Abutre-de-bico-fino (Gyps tenuirostris)

    Abutre-de-bico-fino

    O abutre-de-bico-fino é uma espécie que está classificada como criticamente ameaçada de extinção pela IUCN.

    Uma das causas que justificam a ameça de extinção deste animal é o envenenamento indireto, pois eles se alimentam de carne de gado morto que recebeu medicamentos.

    18. Porco-pigmeu (Porcula salvania)

    Porco-pigmeu

    O porco-pigmeu é uma espécie nativa da Índia, local onde está considerado como criticamente ameaçado de extinção, de acordo com estudos da IUCN.

    Estima-se que existam apenas 250 indivíduos adultos vivos na natureza. A principal ameaça para o porco-pigmeu é a degradação do meio ambiente e a perda do habitat.

    19. Iguana-de-cauda-roxa (Ctenosaura oedirhina)

    Iguana-da-cauda-roxa

    A iguana-de-cauda-roxa é um réptil que está classificado como em perigo de extinção, de acordo com a IUCN.

    Este animal vive em florestas subtropicais e tem a perda de seu habitat como a principal ameaça de extinção.

    20. Tubarão-baleia (Rhincodon typus)

    Tubarão-baleia

    O tubarão-baleia é uma espécie de tubarão encontrada em oceanos onde a temperatura da água seja superior a 21 graus Celsius.

    Classificado como em perigo de extinção pela IUCN, este animal tem a pesca como uma de suas principais ameaças.

    Dados sobre os Animais em Extinção

    Atualmente, de acordo com a IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) mais de 26.500 espécies estão ameaçadas de extinção.

    É importante ressaltar que segundo pesquisas, estão ameaçadas no mundo aproximadamente:

    • 40% dos anfíbios
    • 25% dos mamíferos
    • 14% das aves
    • 31% de tubarões e raias
    • 27% dos crustáceos

    Como as principais causas da extinção de animais temos o desmatamento, as queimadas, a caça e pesca predatórias, o aquecimento global, destruição dos habitats e ecossistemas.

    Alguns Animais Extintos

    Muitos animais já foram extintos da natureza há milhares de anos, ou até milhões de anos. Como exemplo, temos os dinossauros, extintos no final do período cretáceo, inicio do período terciário.

    Além deles, há os mamutes, animais extintos na chamada era do gelo, período pleistoceno-holoceno.

    Veja abaixo outros animais que já foram extintos do planeta Terra:

    Alca Gigante (Aurau Gigante):

    Extinto no século XIX, esse tipo de ave habitava o Atlântico Norte, provavelmente a América do Norte.

    Codorna da Nova Zelândia: na língua nativa seu nome é koreke.

     

    A principal causa do desaparecimento da espécie foi decorrente do desequilíbrio ecológico provocado pela introdução de predadores em seu habitat, o que consequentemente, levou a sua extinção no século XIX.

    Leão do Cabo:

    Extinto provavelmente em fins do século XIX, esse animal vivia na África do Sul e o principal fator de extinção foi a caça. Era considerado o maior leão africano e atacava tanto pessoas como os rebanhos.

    Pika Sarda:

    Um tipo de lebre grande sem cauda que habitava algumas ilhas do mediterrâneo. Foi extinta em fins do século XVIII. .

    Tigre-da-tasmânia:

    Muitas vezes conhecido por lobo-da-tasmânia, esse animal é um marsupial carnívoro nativo da Austrália e da Nova Guiné, foi extinto no século XX .

    Tigre Persa:

    Também chamado de “Tigre do Cáspio”, esse animal foi habitante da América Central, e sofreu muito com o aumento da população humana. Acredita-se que a espécie está extinta, uma vez que foi visto pela última vez na década de 60.

    Classificação do risco de extinção

    Para classificar o nível do risco de extinção, a IUCN elaborou a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas (Red List).

    níveis de classificação espécies em extinção
    Níveis de classificação de ameaça de extinção

    Para isso, as espécies são classificadas em diversas categorias:

    • Extinta (EX): quando o último indivíduo da espécie morre, ou seja, não existe mais nenhum representante da espécie vivo na natureza ou em cativeiros.
    • Extinta em natureza (EW): são as espécies que não são mais vistas na natureza, sendo encontradas apenas em cativeiros ou naturalizadas fora de sua área de distribuição natural.
    • Criticamente ameaçada (CR): são as espécies que sofrem risco extremamente elevado de extinção em um curto período de tempo.
    • Em perigo (EN): é quando as evidências demonstram que a espécie poderá ser extinta em pouco tempo.
    • Vulnerável (VU): quando a espécie apresenta um risco elevado de se tornar ameaçada, especialmente pela destruição dos seus habitats.
    • Quase ameaçada (NT): quando, em um futuro próximo, a espécie corre o risco de se tornar ameaçada.
    • Pouco preocupante (LC): compreende as espécies mais abundantes e que não correm risco de extinção.

    Fonte: https://www.todamateria.com.br

  • Brincadeiras indígenas

    Brincadeiras indígenas

    As brincadeiras indígenas são aquelas herdadas das culturas desenvolvidas pelos diversos grupos de índios do Brasil.

    Representam as brincadeiras e os jogos indígenas que foram criados nas tribos para diversão, sobretudo das crianças. Geralmente, as próprias pessoas confeccionam os brinquedos utilizados em algumas dessas brincadeiras.

    Muitos desses jogos e brincadeiras já fazem parte da nossa infância e podem ser usadas na educação infantil de modo a despertar o sentimento de coletividade, companheirismo, cooperação, além de habilidades como a coordenação, o equilíbrio e o senso de estratégia.

    1. Peteca

    • Brinquedo utilizado: peteca
    • Número de participantes: 2, no mínimo
    • Objetivo: não deixar a peteca cair no chão

    A peteca é um brinquedo muito popular feito com areia, couro e penas. O jogo de peteca colabora muito com a diversão e pode ser brincado entre duas ou mais crianças. Para facilitar, pode-se formar um roda.

    O objetivo é tocar na peteca e não deixar ela cair no chão. Se isso acontecer, a pessoa que deixou cair, fica fora de jogo. Assim, ganha quem conseguir tocar e não deixar cair no chão durante a partida.

    Para aumentar a diversão, a peteca pode ser confeccionada pelos próprios alunos e fica ao critério do professor os materiais a serem utilizados e que podem ser: jornal, areia, pedras pequenas, tecidos coloridos e barbante.

    2. Cabo de guerra

    • Materiais utilizados: corda longa e reforçada; giz para riscar o chão.
    • Número de participantes: 2, no mínimo
    • Objetivo: puxar a corda com força para o lado que está

    Muito popular entre as crianças, para brincar de cabo de guerra é necessário dividir de maneira igual o número de participantes. Faz-se um risco no chão e cada grupo segura a corda de um lado.

    Quando começar, a ideia é fazer com que os adversários ultrapassem a linha do chão. Para isso, utiliza-se bastante força para puxar a corda. O grupo vencedor é aquele que conseguiu puxar com maior força e trazer o grupo de adversários para perto.

    3. Arranca mandioca

    • Material utilizado: nenhum
    • Número de participantes: 2, no mínimo
    • Objetivo: das mandiocas (segurarem forte a árvore para não serem arrancadas); para o arranca mandioca (retirar cada um da brincadeira)

    Para a brincadeira arranca mandioca não é necessário nenhum objeto, embora faz-se necessário ter alguma árvore perto para começar a diversão. Assim, sentada no chão, a primeira criança segura a árvore e as outras vão se encaixando e segurando o colega da frente.

    Um criança é escolhida para ficar em pé e nomeada a “colhedora de mandioca”. A ideia é ir “puxando” cada uma para fora, até que a criança que está agarrada à outra, solte as mãos de quem está na frente. O objetivo é tentar tirar todos e, para isso, retira-se um a um da fila.

    4. Arco e flecha

    • Materiais utilizados: arco e flecha; alvo
    • Número de participantes: 2, no mínimo
    • Objetivo: tentar acertar o alvo o maior número de vezes

    O arco e flecha é uma brincadeira muito divertida que estimula a coordenação das crianças. Primeiramente, coloca-se o alvo a uma distância razoável (e isso irá depender da idade das crianças) e uma pessoa por vez vai tentar atingir o centro, que valerá mais pontos.

    Pode-se fazer rondas de três jogadas e quem conseguir atingir uma flecha mais próximo do centro do alvo, ganha. Caso não tiverem os objetos para fazer a brincadeira, as próprias crianças, com o auxílio dos professores, podem recortar um papelão na forma de círculo, indicando com uma caneta o centro. Já para substituírem o arco e flecha, pode-se fazer bolinhas coloridas para tentar atingir o alvo.

    5. Gavião e passarinhos

    • Materiais utilizados: giz para desenhar
    • Número de participantes: pelo menos 3
    • Objetivo: para os passarinhos (tentar não ser pego pelo gavião); para o gavião (pegar os passarinhos)

    Primeiramente, desenha-se uma grande árvore no chão com galhos condizentes ao número de participantes. Cada um ficará em um galho e uma criança é escolhida para ser o gavião.

    Quando começar a brincadeira, cada passarinho vai fazer o movimento de bater asas, e pode também cantar e assobiar com o intuito de distrair o gavião. Já o gavião, estará atento para pegar cada passarinho que estiver fora do galho.

    Por isso, o ideal é estar atento com a proximidade do gavião e a localização do seu galho. Cada criança que for pega pelo gavião sai fora da brincadeira até sobrar somente uma, a vencedora.

    6. Jogo da onça

    • Materiais utilizados: tabuleiro do jogo; papelão, caneta e régua para fazer o tabuleiro; pedrinhas, botões ou tampinhas.
    • Número de participantes: 2 jogadores
    • Objetivos: encurralar a onça (para os cachorros); atacar 5 cachorros (para a onça)

    O jogo da onça, também chamado de adugo, é uma brincadeira muito interessante para estimular o senso de estratégia das crianças. O tabuleiro pode ser comprado, mas também confeccionado ou desenhado no chão. O formato do tabuleiro é um quadrado divididos em 16 partes iguais e um triângulo ligado a ele.

    Jogo da onça
    Representação de um tabuleiro de jogo da onça

    Utilizam-se 14 pedrinhas iguais e uma diferente (que será a onça). Os catorze representam os cachorros e a pedrinha diferente, é a onça. Os cachorros tem como objetivo encurralar a onça, antes que ela ataque. Se 5 cachorros foram pegos pela onça, ela vence o jogo.

    7. Corrida do Saci

    • Material utilizado: nenhum.
    • Número de participantes: 2, no mínimo
    • Objetivos: alcançar a linha de chegada

    A corrida do saci é uma brincadeira muito divertida que estimula a coordenação e o equilíbrio. Ela pode ser feita com um grupo grande de crianças em um espaço ao ar livre, como um pátio.

    Relacionado com o personagem mais conhecido do nosso folclore, o saci, a corrida é feita com uma perna só. Traça-se com um giz ou mesmo na areia, uma linha para indicar a chegada, e outra, a partida.

    Assim, todos os jogadores permanecem atrás da linha de partida. Quando for dado o sinal, todos devem correr com uma perna só até a linha de chegada. Se for utilizado os dois pés em algum momento da corrida, o jogador fica fora de jogo. Vence quem conseguir chegar primeiro do outro lado com uma perna só.

    8. Tobdaé

    • Material utilizado: petecas
    • Número de participantes: 4, no mínimo
    • Objetivos: acertar a peteca nos adversários

    Muito similar ao nosso jogo de queimada, o Tobdaé é uma brincadeira jogada em duplas (mas podem ser com mais crianças divididas em dois grupos) e tem como objetivo acertar alguém do time adversário com a peteca. Ela pode ser desenvolvida numa quadra, ou mesmo ao ar livre.

    Aquele que for atingido, vai para fora da brincadeira e assim, vence quem permanecer até o final sem ser atingido pela peteca do adversário.

    Geralmente, cada jogador recebe três petecas que serão utilizadas para acertar alguém do time adversário. Trata-se de um jogo muito dinâmico que estimula, sobretudo, o sentido de reflexo, já que muitas petecas estão na jogada.

    9. Cabas-Maë

    • Material utilizado: nenhum
    • Número de participantes: 4, no mínimo
    • Objetivos: dos roçadores (não encostar nas cabas e correr delas); das cabas (pegar os roçadores que correm)

    Essa é uma brincadeira muito popular nas tribos indígenas da amazônia. Para começar, todas as crianças são divididas em dois grupos. Um deles representará os roçadores, que cuidam da roça, e outro, as cabas, que são espécies de ninhos de marimbondos.

    Assim, as crianças que representam as cabas formam uma roda e se sentam na frente das outras de mãos dadas. Elas vão cantando e balançando as mãos para cima e para baixo, enquanto o outro grupo fica responsável em mover as mãos como se estivessem trabalhando nas plantações da roça.

    Aos poucos, elas vão se aproximando das outras e, no momento que alguma delas toca em uma criança que representa as cabas, os roçadores correm, enquanto as cabas têm o objetivo de pegá-los.

    10. Sol e Lua

    • Material utilizado: nenhum
    • Número de participantes: 6, no mínimo
    • Objetivos: conseguir puxar a criança adversária

    Sol e lua é uma brincadeira em que duas crianças são escolhidas para representar o sol, e outra, a lua. As outras crianças formam uma fila e segurando na cintura do que está em sua frente, vão passando por baixo dos braços, que estão em forma de ponte, das crianças sol e lua.

    Todas vão cantando juntas e os que ficarem presos na ponte devem escolher se querem ficar com a lua ou com o sol. Assim, essa criança fica ao lado do grupo escolhido, até que todas as crianças façam a escolha.

    Depois disso, é formado dois grupos, o do sol, e o da lua. Em duas fileiras, frente a frente, as crianças de cada grupo dão as mãos e tentam puxar a criança adversária. Ganhará o grupo que conseguir fazer mais pontos derrubando os elementos do outro time.

    11. Melancia

    • Material utilizado: nenhum
    • Número de participantes: 6, no mínimo
    • Objetivos: para as melancias (não serem pegas pelos ladrões); para o dono (conseguir pegar o ladrão); para o ladrão (fugir do dono e de seus cachorros)

    Nessa brincadeira, um grupo de crianças representará as melancias e, portanto, ficarão agachadas com as cabeças para baixo. Elas estarão espalhadas pelo terreno. Uma delas será escolhida para representar o dono da plantação, responsável por cuidar de suas frutas. Essa criança deverá ser acompanhada por mais duas, que representarão os cachorros do dono da plantação.

    Esses animais o ajudam a vigiar o campo de melancias. Por sua vez, outro grupo representará os ladrões que ficarão responsáveis por tentar roubar as frutas sem que o dono perceba. Se o dono ou os cachorros pegaram um dos ladrões tentando roubar as melancias, eles correm atrás para o pegar.

    Fonte: https://www.todamateria.com.br

  • População Mundial

    População Mundial

    A população mundial apresenta diversas curiosidades. A partir de alterações sociais e políticas na História de cada país, ocorrem mudanças impactantes. Populações aumentam drasticamente, e outras diminuem rapidamente.

    Nações antes vistas com agrárias e atrasadas acabam por tirar em curto prazo milhões de pessoas da linha da pobreza, assim como países economicamente mandantes percebem uma grande fatia de sua população em estado precário.

    Além disso, prognósticos são levantados com base nestes dados sobre as populações, assim como são apontadas peculiaridades a respeito de cada região. Podem parecer somente curiosidades, mas estes números refletem as alterações geopolíticas no cenário mundial.

    Gráfico mostra a divisão da população mundial entre os maiores países. Crédito: Wikideas1 / Wikimedia Commons / CC-BY-SA 4.0

    A questão chinesa

    Uma das nações que mais apresenta curiosidades a respeito de sua população é a China. É o país mais populoso do mundo, com 1.447.993,598 bilhão de habitantes (2022). Um fato interessante é que, sozinha, foi responsável por acabar com 70% da pobreza do mundo.

    Como isso foi possível?

    A política chinesa trabalha a partir de planos quinquenais, nos quais são decididas as prioridades para períodos de cinco em cinco anos. O Partido Comunista Chinês, por meio de medidas como aumento do abastecimento de comida e roupas na área rural, fornecimento de crédito para famílias pobres, construção de infraestrutura e tecnologia para o campo, além de ações de seguridade social, apresentou o resultado impactante de ter tirado 850 milhões de pessoas da situação de miséria em um período de 40 anos, entre 1980 e 2020.

    Entre outros fatores, a China conseguiu diminuir a pobreza no mundo com aceleração do desenvolvimento industrial e modernização. A população em nível de miséria foi da proporção de aproximados 66% para 11% neste período, segundo dados do Banco Mundial. Somente entre 2016 e 2020, quando ocorreu o último plano quinquenal, cerca de 43 milhões de habitantes foram atingidos pelo plano nacional chinês.

    Disparidades em Hong Kong

    Hong Kong é uma área administrativa especial que pertence à China. Uma curiosidade sobre a população de Hong Kong é a sua densidade demográfica muito alta: 6.300 pessoas por km². A população de Hong Kong é famosa no mundo todo por ser formada por milionários, banqueiros e personalidades da área financeira. Entretanto, Hong Kong na verdade tem milhões de pessoas vivendo na linha de pobreza. Enquanto as classes dominantes residem em apartamentos milionários com mais de 80 m², a maior parte do povo mora em locais que por vezes não chegam a cinco metros quadrados.

    Algum país pode ultrapassar a população da China?

    De acordo com informações do Banco Mundial, a população da Índia tende a ultrapassar o número de habitantes chineses progressivamente a partir do ano de 2022. De fato, a Índia é a segunda nação mais populosa do mundo, 1.409.195,055 habitantes (2022). De acordo com a pesquisa, isso ocorre devido a uma diminuição da taxa de nascimentos na China desde a década de 1970.

    Estados Unidos

    Com uma população de 332.403,650 habitantes (2022), a terceira maior do mundo, os EUA apresentaram em 2020 cerca de 37 milhões de cidadãos na faixa de pobreza, ou seja, um aumento de 3,3 milhões desde o índice verificado em 2019, segundo dados do U.S. Census Bureau.

    É um fato curioso, visto que entre 2015 e 2019 o país demonstrava diminuição no índice referente ao número de pessoas pobres. A partir de 2020, os EUA foram obviamente afetados pela crise sanitária causada pelo coronavírus, visto que foi a nação norte-americana que contabilizou o maior índice de mortes em escala mundial. Entre o começo da pandemia (2020) até o início de 2022, segundo dados do jornal The New York Times, 866 mil óbitos foram contabilizados nos EUA.

    Diminuição do ritmo de crescimento da população mundial

    De acordo com o Our World In Data, a pandemia do coronavírus, desde seu início (2020) até o começo de 2022, causou 5,6 milhões de óbitos em escala mundial. Notavelmente, os dois maiores países do ocidente em extensão territorial e população, Estados Unidos e Brasil, foram os que mais tiveram mortes no mundo, respectivamente 866 mil e 623 mil, segundo dados de 2022. Além disso, o número de nascimentos está diminuindo rapidamente em todo o planeta.

    Fonte: https://www.infoescola.com